Anúncios old school publicados em gibis

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Tesouro do faraó Estrela.

É impressionante como alguns grandes impérios dos anos 1980 representam hoje muito pouco ou quase nada perto do que já foram. Empresas como a Olivetti, Kodak e Estrela (pelo menos no Brasil) eram algumas das minhas referências de grandes empresas e lideres absolutas de mercado.

A relação entre gibis e quadrinhos é óbvia. A Estrela deve ter sido um dos maiores anunciantes de gibis durante a década perdida (só o onipresente Instituto Universal Brasileiro deve ter feito frente aos investimentos da Estrela nos gibis…hehehe). Quase tudo que era novidade nas prateleiras de brinquedos aparecia também nos papéis coloridos  das histórias em quadrinhos.

Será que um dia a Apple dirá para a Kodak “eu sou você amanhã”? Ou será que daqui 30 anos o iPad será tão jurássico quanto um Pense Bem? Acho que esses segredos nem o faraó sabe…

Publicado em Magali número 33- Setembro de 1990- Preço da edição Cr$40,00


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O Sherlock tem o Watson.
O Don Quixote tem o Sancho.
O Batman tem o Robin.
E o Snoopy tem o Woodstock!!

Um pequenino passarinho amarelo que voava como o Denzel Washington em seu último filme e sempre expressava de maneira forte e incisiva suas opiniões para seu carismático parceiro de aventuras (um tal de Snoopy).
O beagle mais famoso do mundo e seu fiel escudeiro são personagens da tirinha Peanuts (por aqui Minduim) e foram criados por Charles Schulz e publicados pela primeira vez em 1950.
Snoopy se tornou um personagem tão querido e único que seu nome passou a substituir (informalmente) o nome original da série.

Dividindo minhas memórias com vocês…
Dessa linha de brinquedos, eu tive um pequeno Snoopy de pelúcia que usava um uniforme vermelho cheio de bolsos e sapatos com cordão pra ajudar a criançada a aprender a amarrar o próprio sapato.

P.S: Alguém aí sabe se existe um motivo para esse passarinho tão amarelo receber esse nome de batismo?

Publicado em Cebolinha 138 – Cr$ 600 – Jun/84


Coleção de brincar de cozinha Hanna Barbera

As meninas ainda brincam de cozinha ou já virou politicamente incorreto?

Provavelmente o Conar barraria esta propaganda nos dias atuais. Só o trecho “Coleção de 15 divertidos kits com tudo o que uma pequena dona-de-casa precisa” já seria tachado de machista ou algo pior.

Algum pai teria coragem hoje de comprar um joguinho de panelas da Penélope Charmosa? Que tal o fogão do Scooby-Doo? Deixa pra lá… é melhor dar um iPad para a criança se divertir.

Publicado em Margarida número 25- Junho de 1987- Cz$10,00


Lego Legoland Space

LEGO (ou o melhor brinquedo do mundo)!!

Em dinamarquês Lego significa “brinca bem”. (Esse jogo de palavras foi feita pelo criador com as palavras leg godt.)
Em latim significa “eu armo”, “eu junto” ou “eu monto” (isso aqui foi descoberto só depois!)
Se tinha um brinquedo capaz de me “ocupar” por tardes inteiras, esse brinquedo era o Lego.
Lembro que tive um que (originalmente) era uma cidade.
Tive também um posto policial (com direito a helicóptero)e um castelo com um fantasma que brilhava no escuro.
Automaticamente, esses kits me davam acesso à armas estelares, postos policiais assombrados, policiais e cavalos fantasmas, naves, carros, motos, prédios, dinossauros, robôs…
As possibilidades sempre eram infinitas e a hora de brincar sempre acabava com um “Olha o que eu fiz, mãe!”

E o Lego hoje em dia?

Posso dizer que ele encontrou seu espaço nessa era da internet, games e tablets.
Sabiam que temos até parques temáticos do Lego?!
Acabei de descobrir isso e já coloquei uma visita na minha lista de prioridades!

Publicado em Fantasma Especial 16 – Cz$ 21,00 – Out/87


Torremoto Estrela

O clássico dos clássicos (mais conhecido como Torremoto)!

Esse aqui é um dos meus finalistas ao pódio de brinquedos favoritos de todos os tempos!!
Era muito moleque quando tive contato com o Torremoto, mas lembro que foi paixão à primeira vista!! Mesmo perdendo vezes e vezes e vezes seguidas para o meu primo. (Era muito pequeno na época, e não tinha a “malícia” necessária pra me dar bem no jogo.) Mesmo assim, passei tardes e tardes e tardes na companhia deste brinquedo clássico, singular e responsável por despertar o lado engenheiro da muitas crianças!!

Publicado em Cascão 18 – $ 13,00 – Set/87


Seção de Brinquedos Mesbla

Visitar a seção de brinquedos da Mesbla devia ser um dos sonhos mais esperados das crianças em 1961.

A loja de departamentos que faliu  junto com o também saudoso Mappin ainda está na memória de muita gente. Infelizmente a Mesbla cometeu alguns erros estratégicos ao longo dos anos, não conseguiu conseguiu se adaptar aos novos tempos e ficou pelo caminho sem chegar ao século 21 (fechou as portas em 1999).

Triste fim da querida Mesbla!

Texto do anúncio:

Na Secção de brinquedos você encontrará os mais lindos e atraentes brinquedos nacionais e estrangeiros  e, uma infinidade de passatempos e jogos instrutivos e de grande interesse para você.  Peça a mamãe ou ao papai para levar você a conhecer a  Secção de brinquedos Mesbla.

Rua 24 de Maio, Esq D. José de Barros

Publicado em Zé Carioca número 517- Outubro de 1961- Preço da edição Cr$15,00


Alamanaque do Zé Carioca 4- Cz$27,00- Novembro 87

 

Provavelmente nos anos 1980 a Estrela dominava o mercado formal de brinquedos com uns 70% do mercado. Eram praticamente absolutos… Só que alguns carrinhos das crianças eram de uma tal de Brinquedos Bandeirantes.

A empresa existe até hoje e acho que sempre foi especializada em carrinhos, triciclos, pedalinhos ou qualquer outro brinquedo que tivesse rodas. Não era gigante, mas muitos de seus carrinhos ainda devem estar guardados em baús de coleções infantis.

Em 1987 um carrinho movido a pilha era um baita brinquedo (e não tão barato). As crianças ainda não tinham computadores ou videogames ultramodernos para se divertir (as melhores opções eram o Atari ou algum console pirata do Nes 8-bits).

Mesmo assim foram bons os momentos em que a vida adulta não se apresentava no horizonte e os únicos obstáculos que existiam eram os que colocávamos na sala de casa para a Pick-Up Ranger Bandeirantes transpor.

Publicado em Almanaque do Zé Carioca número 4- Novembro de 1987- Preço da edição Cz$27,00


Bicicleta Monark da Xuxa

No distante ano de 1989 quase todas as palavras eram escritas com X. Devia ser um baita “xucesso” de vendas ter um produto com a assinatura da rainha dos baixinhos.

Nessa propaganda ela nem precisou aparecer, bastou um desenho. De qualquer forma, muita aspirante a Paquita deve ter comprado a bicicleta.

Pedalando e cantando… Ilariê!

Publicado em Mônica número 34- Outubro de 1989- Preço da edição NCz$3,50


Pintinho Piu-Piu Estrela

O brinquedo até que era bastante simples: era só colocar o brinquedo na palma da mão que ficava piando. Simples assim!

Lançado pela Estrela no final da década de 1980, o pintinho Piu-Piu não é um dos brinquedos mais lembradosa da época.  Mas deve ter sido uma opção financeiramente interessante para o Dia das Crianças de 1989 (propaganda de setembro de 1989)

Publicado em Mickey número 480- Setembro de 1989- Preço da edição NCz$2,50


Super Heróis Gulliver

A coleção de miniaturas “Super Heróis Gulliver” foi produzida no Brasil no começo dos anos 70 até meados dos anos 80.

Segundo o blog Super Heróis Br, as miniaturas eram feitas de plástico rígido (de uma só cor) ou vinil maleável (na cor escura e clara, pintados à mão) e acabaram se tornando clássicos na história dos brinquedos brasileiros.

*http://superheroisbr.blogspot.com.br/2010/03/26-gulliver-1-fase.htmlVocê compraria o Falcon ou o Batmobile?Publicado em Capitão América número 5- Outubro de 1979 (mais uma contribuição do amigo Péricles Chiarelli)


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