Anúncios old school publicados em gibis

Arquivos da Tag: Década de 90

Image

Tava aqui tentando puxar pela memória qual produto ainda se utiliza dessa prática dos brindes bacanas pra presentear/conquistar/fidelizar (ou qualquer outro sinônimo) seus consumidores.
Estou falando de brindes de verdade, não da compra casada praticada por alguma cadeias de fast food.

O chicle Ping Pong sempre fez isso muito bem (e também sempre foi minha opção de goma de mascar predileta!)
Creio que eles me fisgaram com o álbum do Pantanal.
Logo em seguinda veio álbum da Amazônia.
Depois veio o do Fundo do Mar e jamais me esquecerei do álbum do Rei Leão!!

Como era bom receber chicletes Ping Pong no lugar do troco!!

Publicado em Super Homem 144 – R$ 2,10 – Jun 96


Image

 

“Gibizinho, gibizinho, gibizinho, gibizão…
Pequeno só por fora, por dentro é bem grandão
Você leva no bolsinho, os heróis do coração
E o preço é um precinho…
Dá pra levar de montão, dá pra levar de montão
Gibizinho, gibizinho, gibizinho, gibizão!”

No começo da distante década de 90, a Editora Globo lançou uma série de revistinhas com um formato um pouquinho diferente daquele “formatinho” tão conhecido e querido por nós!
Nasciam aí os GIBIZINHOS!!!
As primeiras edições foram estreladas pelo turminha mais conhecida do nosso Brasil (e também por alguns coadjuvantes que nunca tiveram um revistinha própria!)
Os gibizinhos foram tão bem aceitos que na rasteira da turma da Mônica chegaram as revistinhas da Xuxa, do Chaves e do Chapolin e muitos outros personagens.
Os gibizinhos sofreram algumas metamorfoses durante seu período de publicação (por exemplo, ganharam mais páginas) e deixaram de ser publicados em 1998.
Essa sacada da Globo deu um fôlego novo para os nossos queridos gibizinhos (que vem sofrendo tanto desde a ascensão dos games e da internet).
Gibizinhos Forever!!

Publicado em Almanaque do Chico Bento 17 – Cr$ 2.300,00 – Mar/92


tenis do sérgio mallandro

Pra que um Nike Air se eu poderia ter um tênis do Sérgio Mallandro?

Em 1991, Mallandro estava em uma obscura passagem na Rede Globo. O curto período não deixou grandes marcas, mas pelo menos deu para ele futurar uns cruzeiros a mais.

Afinal de contas no início da década de 1990 não existia internet e a Tv por assinatura estava engatinhando no Brasil. O domínio da Vênus Platinada era quase absoluto e o apresentador da Oradukapeta não resistiu ao canto da sereia.

Ainda bem que vira e mexe aparecia um Carrossel ou um Pantanal para ameaçar um pouquinho tamanho reinado.

Publicado em Chico Bento número 104- Janeiro de 1991- Cr$80,00


Image

As abelhas são uns bichinhos fantásticos!
Extraem pólen das flores, fazem o mel e ainda colocam em minúsculos “saquinhos” pra ficar mais prático o transporte e o consumo da criançada!
(Opa! Me desculpem! Tava lendo A revolução dos bichos e fiquei um pouco confuso!)

Fiquei muito feliz ao encontrar esse anúncio!
Além de todas as memórias afetivas relacionadas com esse produto, alguns detalhes da propaganda em si me chamaram a atenção.
Além de poder encontrar esse doce de produto nos melhores magazines ainda havia a “Linha Doce” para os consumidores obterem mais informações sobre o produto.
Em tempos que sofremos tanto com o pessoal do telemarketing, descobrir que houve uma “Linha Doce” só me deixa com mais saudade da minha infância!

Publicado em Almanaque do Chico Bento 17 – Cr$ 3.200,00 – Mar/92


Chicletes Big Big

Era quase um pedaço de pedra mastigável, mas também era a opção mais econômica. Na padaria perto de casa o Big Big custava acessíveis R$0,03!!! Uma pechincha frente aos R$0,05 do Ping Pong e aos R$0,10 do Bubbaloo.

Assim como as balas de cereja e eucalipto, o Big Big também tinha as suas figurinhas com mensagens (pelo menos nessa coleção Signos). Isso ainda existe ou ninguém mais dá atenção a uma mensagem de uma bala?

É curioso como é possível ter boas lembranças mesmo de algo que me causou tantas obturações e idas ao dentista…

Publicado em Cebolinha número 145- Novembro de 1998- Preço da edição R$2,00


Tesouro do faraó Estrela.

É impressionante como alguns grandes impérios dos anos 1980 representam hoje muito pouco ou quase nada perto do que já foram. Empresas como a Olivetti, Kodak e Estrela (pelo menos no Brasil) eram algumas das minhas referências de grandes empresas e lideres absolutas de mercado.

A relação entre gibis e quadrinhos é óbvia. A Estrela deve ter sido um dos maiores anunciantes de gibis durante a década perdida (só o onipresente Instituto Universal Brasileiro deve ter feito frente aos investimentos da Estrela nos gibis…hehehe). Quase tudo que era novidade nas prateleiras de brinquedos aparecia também nos papéis coloridos  das histórias em quadrinhos.

Será que um dia a Apple dirá para a Kodak “eu sou você amanhã”? Ou será que daqui 30 anos o iPad será tão jurássico quanto um Pense Bem? Acho que esses segredos nem o faraó sabe…

Publicado em Magali número 33- Setembro de 1990- Preço da edição Cr$40,00


Especial Denis o Pimentinha Cr$500,00 set 1993

A era de ouro dos quadrinhos acabou!

Bem… isso é verdade pelo menos no formato papel. A adorável velharia chamada gibi nunca mais terá a popularidade que alcançou na segunda metade do último século.

Não acredito que o gibi vire um nicho como, por exemplo, o jogo de botão. Novos formatos como o Tablet e o iPad devem garantir a sobrevivência (ou reinvenção) das HQs. Mas não será um trabalho fácil concorrer com cada vez mais opções de lazer, cultura e entretenimento.

A campanha deste anúncio da Editora Globo define exatamente o que penso dessa paixão. De certa forma, durante a infância o gibi foi a minha internet. Era lá o meu refúgio, o espaço para adquirir cultura útil e inútil, o conhecimento que minha imaginação buscava, etc, etc. Como ainda não tinha o Google, me escorava nos conhecimentos do Manual do Escoteiro Mirim.

Parafraseando o cantor (com uma pequena alteração), é a força da tecnologia que ergue e destrói coisas belas.

Publicado em Denis, o Pimentinha- Setembro de 1993- Preço da edição Cr$500,00


Imagem

O tablete de chocolate (que nunca foi um tablete) mais hipnotizante do Brasil!!

Compre Baton
Compre Baton
Os caras do Propagandas de Gibi são muito legais e descolados
Compre Baton

Duvido que você não disse baixinho o famoso mantra:

- Compre Baton, Compre Baton…

Apesar da vida curta desse comercial (por conta da forma que a mensagem era passada), ele está gravado até hoje na memória de cada um.

Seria esse um exemplo de uma propaganda bem feita?

Publicado em Fantasma Extra 21 – Cr$ 65,00 – Ago/90


Caneta Borracha Paper Mate

Da série “Grande invenções escolares da humanidade”.

Um dia algum maluco teve uma luz e pensou: “Por que não criar uma caneta borracha ao invés de vender um pedaço quadrado ou retângulo do mesmo?”

Com certeza esse gênio anônimo garantiu seu lugar no Hall da Fama dos inventores ao lado de Santos Dumont e do criador do Post-it.

Publicado em Zé Carioca número 2093- Janeiro de 1998- Preço da edição R$2,10


Magali 182 R$1,00 jun 96

Nos tempos pré-internet em que ainda não tínhamos acesso a todas as informações do mundo, ter uma coleção dessas fazia com que você se sentisse um Professor Pardal e não precisasse de Google coisa nenhuma. Quem em 1996 tinha essa coleção, o Almanaque Abril e a Barsa, tinha tudo!

Podia não ser a informação mais útil do mundo saber construir um caleidoscópio ou um vulcão de água, mas com certeza garantia bons momentos e uma nota razoável naquela feira de ciências do final do ano.

Pena que meus experimentos nunca ficavam tão bons quanto aos da coleção…

Publicado em Magali número 182- Junho de 1996- R$1,00



Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

%d bloggers like this: