Os Trapalhões e a Árvore da Juventude (1991)

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(ou uma publicação inspirada pela festa do Oscar) (ou o meu 1º filme num cinema não foi um filme dos Trapalhões!)

A 1º pessoa que me levou a um cinema foi meu pai.
(Coincidências da vida ligados à afirmação anterior = encontrei essa propaganda hoje, hoje é aniversário do meu pai e também noite de Oscar.)
Acho que por tudo isso e um pouco mais estava aqui recordando da minha 1º vez no cinema.

K-9 – Um policial bom pra cachorro!!!

Esse foi meu 1º contato com um cinema!
Lembro que eu e meu pai fomos ao centro de SP, no cine Comodoro assistir a esse belo e “inesquecível” representante da 7º arte!
E no final ainda ganhei um carrinho de fricção!! (Era um porsche cinza!)
(Não me perguntem como sou capaz de lembrar de tudo isso ou de como estava o dia quando eu comprei a edição nº 8 de Liga da Justiça e Batman e simplesmente não consigo mais resolver uma equação de 2º grau ou definir o que seria um mol!)
Apesar da película questionável escolhida para a minha 1º vez, me apaixonei de tal forma que nunca mais deixei de frequentar cinemas e locadoras.
Estava me lembrando também que depois dessa, poucas foram as outras vezes que fui no cinema com o meu pai! (depois essa tarefa foi delegada à tias e à minha mãe.)
Vimos De Volta para o Futuro 3, vimos os Trapalhões na Terra dos Monstros, vimos Debi e Lóide 1 e a última vez que fomos a um cinema juntos foi para prestigiar o lançamento do 1º filme dos X-men.
Pelas minhas contas (e a pela Wikipedia também) esse filme foi lançado em 2000.
Logo…
Não me perguntem o que aconteceu. Talvez a ideia um mundo dominado por mutantes tenha sido demais para ele ou talvez seja um sentimento de missão cumprida ou talvez seja NDA.

Como qualquer memória que nos enche de saudade, tenho uma vontade enorme de reviver esses pequenos momentos, mas ao mesmo tempo morro de medo de estragar essas lembranças que de tão gostosas fazem até com que eu sinta o cheiro da pipoca enquanto estourava ou da fumaça do ônibus vermelho da CMTC ao voltar pra casa.

Coisas da vida.

Publicado em As Aventuras dos Trapalhões 23 – Cr$ 330,00 – Out/91

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Nescau (1973)

Nescau

Havia um tempo onde as coisas eram mais simples (e, consequentemente os brindes também).

Havia um tempo em que alguns produtos tinham mais sabor (e, consequentemente a vida também). Assim era o Brasil no início dos anos 70.

Publicado em Almanaque Disney nº 26- Julho de 1973 – Cr$ 2,50
Texto e imagem fornecidos pelo amigo Silvio Elizei.

Malinhas da Turma da Mônica Primicia (1984)

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O último final de semana de janeiro!

Alguns anos atrás numa galáxia muito distante o último final de semana de janeiro era sinônimo de só uma coisa…

FIM DAS FÉRIAS!!!!

Esse era um evento que concentrava uma enorme gama de emoções!
Ao mesmo tempo em que o “acordar cedo” e as “bisnaguinhas com manteiga” enchiam meu peito de tristeza, esse mesmo coração batia mais rápido só de pensar em reencontrar os amigos, usar meu estojo e mochilas novinhos e (quem sabe se Deus fosse muito meu amigo e passasse a agir de maneiras “mais diretas”) me sentar bem atrás da “minha garotinha ruiva” (e sempre ter alguns lápis e borrachas de reserva. Nunca se sabe quando ela poderia virar pra trás precisando de um ou outro e lá estaria eu para salvá-la da terrível ameaça de um lápis com a ponta quebrada!)

Vejo vocês amanhã na fila (por ordem de tamanho, ok?)!!!

Publicado em Pato Donald 1684 – Cr$ 270 – Fev/84

Cante a sua Monark (1981)

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A rivalidade Monark x Caloi é tão clássica quanto Nescau x Toddy, Corinthians X Palmeiras, entre outras.

Nessa propaganda, foi apresentado uma bandinha, que sinceramente, não tenho a menor recordação (mesmo porque 1981 foi o ano em que eu nasci).

Curioso é o nome de um dos integrantes da banda: Bigulim! Que feio, hein? hehehe Qual dos animais seria ele?

Outra curiosidade: No final a propaganda diz: Monark – A bicicleta que ninguém esquece. Mensagem clara e direta para a Caloi e os seus bilhetinhos que vinham impressos nos gibis com os dizeres “Não esqueça a minha Caloi.” Sensacional!

Eu não tinha nada contra a Caloi, que fique bem claro. Mas em termos de marketing, fui convencido pela Monark. Não pelo Bigulim, mas porque uma das propagandas na TV dizia “se você quer uma bicicleta, vai lá pro seu pai e pede! Ou você é da geração que fica mandando bilhetinhos?” Caramba… essa doeu!

Publicado em Pateta Faz História n. 3 (Leonardo da Vinci) – Dezembro/1981 – Cr$ 120,00