Tênis All Star (1987)

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Uma propaganda minimalista por aqui, coisa que só um produto desejado e de marca forte pode fazer. Ou seria falta de verba para pagar uma agência?

O tênis All Star era o máximo nos anos 80. Apesar da cartela de cores disponíveis (ver no rodapé do anúncio), eles acertaram em cheio em usar a foto do tênis vermelho de cano alto – um clássico.

Publicado em Mickey no. 447 ano 1987 Cz$ 12,00

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Super Jeep Brutus (1987)

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Propaganda para meninos, naquela época não tinha essa de menina pedir para brincar com carrinho, jeep, caminhão ou carros gigantes.

O Super Jeep Brutus não tinha pilha, mas vinha com o mecanismo de fricção, que contava muitos pontos.

Feito pela Brinquedos Bandeirante.

Publicado em Mickey no. 447 ano 1987 Cz$ 12,00

Baby Pônei (1987)

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Que tiro foi esse? A Brinquedos Estrela mandou muito bem com essa variação da família Meu Querido Pônei. Uniu a febre dos pôneis com o instinto de cuidar de bebês.

Os Baby Pôneis – Asinha do Céu, Bola de Neve e Algodão Doce – ainda acompanhavam acessórios, brinquedos, fralda, mamadeira e até berço.

Lembro muito bem de ter sido atingida na época 🙂

Publicado em Mickey no. 452 ano 1987 Cz$ 12,50

Salgadinho Cheestop e Douradinho (1987)

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Saudades desses salgadinhos tipo isopor! Feitos pela Tip Top Alimentos (não é a mesma empresa dos calçados ou roupas de bebê), tinha o Cheestop de queijo para competir com o Cheetos e o Douradinho, de milho, que era uma espécie de Fandangos.

Irresistíveis!

Publicado em Mickey no. 454, ano 1987, Cz$ 14,00

Poneilândia Meu Querido Pônei (1987)

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Meu Querido Pônei fez tanto sucesso nos anos 80 quanto os unicórnios fazem agora. Para aproveitar a onda, além dos bonecos de várias cores e tamanhos, foram lançados cenários e complementos, como a Poneilândia. Era uma mistura de casa com estábulo que vinha com obstáculos e troféus e medalhas. Tudo para os pôneis de estimação!

Publicado em Mickey no. 454, ano 1987, Cz$ 14,00

Muki Decalques de brinde (1973)

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O achocolatado Muki era feito pela Kibon. Provavelmente eles deviam ter uma propaganda que falava que tomar leite com Muki deixava as crianças fortes, porque os meninos da minha classe viviam falando que tinham muque (ie. músculo, flexão de músculo, bíceps), fazendo aquela típica demonstração com os braços a la Popeye.

De qualquer maneira, para estimular os pais a comprarem 2 vidros de Muki de uma vez (sim, a embalagem era de vidro naquela época), fizeram uma promoção que dava decalques de brinde.

Decalques eram uma mania. O modelo antigo precisava de água quente para a imagem se soltar. Este, mais moderno, vinha até com a explicação no gibi. Bastava passar o lápis por cima do acetato que o desenho se fixava no papel.

E nesse brinde ainda vinha o cenário, para colocar onde quisesse os personagens na historinha.

Bons tempos!

Publicado em Pato Donald, no. 1132, ano 1973, Cr$ 0,80

Cadernos Melhoramentos (1983)

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Os clássicos cadernos de escola, de brochura. Naquela época era assim, a maioria dos cadernos eram folhas dobradas ao meio, com dois grampos para segurar, uma capa de papel ilustrada e um espaço para anotar o nome e a matéria.

Os cadernos de capa dura foram chegando aos poucos e eram muito chiques. Espiral também.

Eu adoraria esses cadernos do Sítio do Pica Pau Amarelo da Cadernos Melhoramentos, mas na minha escola as capas eram sempre de surf e natureza, uma decepção.

De qualquer maneira, tínhamos que encapar com plástico quadriculado para não amassar ou estragar. Essa era a tarefa do começo do ano que as crianças – e os pais – menos gostavam.

Publicado em Pato Donald, no. 1636, ano 1983, Cr$ 110