Salgadinho Cheestop e Douradinho (1987)

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Saudades desses salgadinhos tipo isopor! Feitos pela Tip Top Alimentos (não é a mesma empresa dos calçados ou roupas de bebê), tinha o Cheestop de queijo para competir com o Cheetos e o Douradinho, de milho, que era uma espécie de Fandangos.

Irresistíveis!

Publicado em Mickey no. 454, ano 1987, Cz$ 14,00

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Poneilândia Meu Querido Pônei (1987)

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Meu Querido Pônei fez tanto sucesso nos anos 80 quanto os unicórnios fazem agora. Para aproveitar a onda, além dos bonecos de várias cores e tamanhos, foram lançados cenários e complementos, como a Poneilândia. Era uma mistura de casa com estábulo que vinha com obstáculos e troféus e medalhas. Tudo para os pôneis de estimação!

Publicado em Mickey no. 454, ano 1987, Cz$ 14,00

Muki Decalques de brinde (1973)

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O achocolatado Muki era feito pela Kibon. Provavelmente eles deviam ter uma propaganda que falava que tomar leite com Muki deixava as crianças fortes, porque os meninos da minha classe viviam falando que tinham muque (ie. músculo, flexão de músculo, bíceps), fazendo aquela típica demonstração com os braços a la Popeye.

De qualquer maneira, para estimular os pais a comprarem 2 vidros de Muki de uma vez (sim, a embalagem era de vidro naquela época), fizeram uma promoção que dava decalques de brinde.

Decalques eram uma mania. O modelo antigo precisava de água quente para a imagem se soltar. Este, mais moderno, vinha até com a explicação no gibi. Bastava passar o lápis por cima do acetato que o desenho se fixava no papel.

E nesse brinde ainda vinha o cenário, para colocar onde quisesse os personagens na historinha.

Bons tempos!

Publicado em Pato Donald, no. 1132, ano 1973, Cr$ 0,80

Cadernos Melhoramentos (1983)

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Os clássicos cadernos de escola, de brochura. Naquela época era assim, a maioria dos cadernos eram folhas dobradas ao meio, com dois grampos para segurar, uma capa de papel ilustrada e um espaço para anotar o nome e a matéria.

Os cadernos de capa dura foram chegando aos poucos e eram muito chiques. Espiral também.

Eu adoraria esses cadernos do Sítio do Pica Pau Amarelo da Cadernos Melhoramentos, mas na minha escola as capas eram sempre de surf e natureza, uma decepção.

De qualquer maneira, tínhamos que encapar com plástico quadriculado para não amassar ou estragar. Essa era a tarefa do começo do ano que as crianças – e os pais – menos gostavam.

Publicado em Pato Donald, no. 1636, ano 1983, Cr$ 110

 

Figurinhas do Snoopy (1983)

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Copa do Mundo sempre traz de volta a paixão pelos álbuns de figurinhas, coleções, trocas de repetidas, disputa pelos números faltantes…

Em 1983, a mania era colecionar as figurinhas do Snoopy.

O legal dessa propaganda é o registro da capa do álbum, mas também do visual do envelope das figurinhas – que na época eram de papel.

Publicado em Pato Donald, no. 1636, ano 1983, Cr$ 110

Baby Fofão (1989)

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Será que alguém hoje, com a distância do tempo, consegue explicar o motivo do sucesso do Fofão?

Essa propaganda ainda nos lembra que…
1) o Fofão teve um filho que virou brinquedo, o Fofinho, ou Baby Fofão
2) o Fofão teve uma namorada – repare no quadro
3) o Fofão teve um filme! “A nave sem rumo”

Publicado em Pato Donald, no. 1851, ano 1989, NCz$ 2,90

Woodstock da Estrela (1984)

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O lançamento do Snoopy pela Brinquedos Estrela nos anos 80 foi uma sensação. Todas as meninas sonhavam com um e provavelmente lembram dele até hoje, seja o de pelúcia ou o mais rígido, de borracha.

Mas poucas lembrarão que foi lançado um Woodstock de pelúcia, com a franja arrepiada feita de pedacinhos de lã.

Alguém aqui teve?

Publicado em Heróis em Ação, no. 1, 1984, Cr$ 750