Cola Tudo Duco (1961)

cola duco dupont

Alguém chegou a usar a Cola Tudo Duco? Não me lembro dessa cola, acho que sou do tempo da Cascolar, Tenaz e Pritt.

E reparem nessa fonte estilo “Coca Cola” copiada descaradamente no produto? Tá certo que era 1961, mas… shame on you, Du Pont!!! hehehe…

Publicado em O Pato Donald apresenta Zé Carioca- Junho de 1961- Preço da edição Cr$15,00

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Farinha Láctea Nestlé (1961)

Farinha Lactea

Tá certo que esse produto fez parte da infância de muita gente, era uma opção nutritiva e barata, até que era gostoso, etc, etc… mas alguém já pediu um refresco de farinha láctea? Refresco?

Uma ótima opção para tardes quentes de verão: um delicioso refrêsco (com acento circunflexo como na propaganda) de Farinha Láctea Nestlé.

Publicado em Zé Carioca (O Pato Donald apresenta) número 513- Setembro de 1961- Preço da edição Cr$15,00

Seção de Brinquedos Mesbla (1961)

Seção de Brinquedos Mesbla

Visitar a seção de brinquedos da Mesbla devia ser um dos sonhos mais esperados das crianças em 1961.

A loja de departamentos que faliu  junto com o também saudoso Mappin ainda está na memória de muita gente. Infelizmente a Mesbla cometeu alguns erros estratégicos ao longo dos anos, não conseguiu conseguiu se adaptar aos novos tempos e ficou pelo caminho sem chegar ao século 21 (fechou as portas em 1999).

Triste fim da querida Mesbla!

Texto do anúncio:

Na Secção de brinquedos você encontrará os mais lindos e atraentes brinquedos nacionais e estrangeiros  e, uma infinidade de passatempos e jogos instrutivos e de grande interesse para você.  Peça a mamãe ou ao papai para levar você a conhecer a  Secção de brinquedos Mesbla.

Rua 24 de Maio, Esq D. José de Barros

Publicado em Zé Carioca número 517- Outubro de 1961- Preço da edição Cr$15,00

Chocolate Falchi (1961)

Ze Carioca 525- nov 1961- Cr$20,00

 

Bons tempos em que um jogo de futebol valia metade da fortuna do Tio Patinhas.

Para alivio do querido sovina, todo o time do Huguinho, Zeznho e Luizinho comeu o tablete Donald da Chocolate Falchi e venceu a partida!!! Hurrah!!!

Será que a moedinha número 1 também estava em jogo?

Publicado em Zé Carioca (O Pato Donald apresenta) número 525- Novembro de 1961- Preço da edição Cr$20,00

PS: O loirinho do anúncio é o Flachito, um mascote da empresa que já apareceu neste blog em outra propaganda do Chocolate Falchi (veja aqui)

Fita Scotch (1961)

Fita Scotch
Fita Scotch

Engraçado essa fita Scotch. Na década de 60 ela era apresentada dessa maneira: Semelhante a um durex comum, cuja função era encapar cadernos e livros (aposto que você fez muito isso quando criança).

Na década de 70 e 80, ela passou a ser apresentada como a “fita invisível”, pois era bem transparente mesmo.

E em pleno ano de 2012, comprei uma, sem dar atenção a esses fatos. Era a única disponível na papelaria. Achei sensacional, melhor do que qualquer durex que usei. E sim, fica bem mais discreto que um durex.

Como eu nunca tinha conhecido essa maravilha, apesar de tanta propaganda?

Publicado em Mickey 100 – Fevereiro-1961 – Cr$ 15,00

 

Chiclete Big-Bola Tavano (1961)

Se o Big-Big fez sucesso por aqui há alguns anos, o avô dele já sabia o que era reinar nas prateleiras como a “maior bola” do pedaço.

Olhem que legal esse concurso: Você enviava “envoltórios” (embalagens) do chiclete para a RÁDIO, que sortearia todo domingo os prêmios.

Se isso já não fosse curioso o bastante, repare nos prêmios: Bolas, bonecas, a bicicleta (que era o grande chamariz do concurso), máquinas fotográficas (em 1961 isso devia ser uma preciosidade), CANETAS-TINTEIRO e ENCICLOPÉDIAS. Como o mundo ficou diferente, hein?

E após uma extensiva busca nas páginas do Google, não consegui encontrar uma só referência a “Tavano”, fabricante do Big-Bola. Mais uma empresa e um produto que cairia no limbo do esquecimento, mas que o blog Propagandas de Gibi faz questão de manter vivo.

Algum de nossos leitores se lembra desse chiclete?

Publicado em Mickey 99 – Janeiro/1961 – Ed. Abril – Cr$ 15,00

Kolynos (1961)

Kolynos

Ah, como era refrescante o sabor de Kolynos! Sempre foi o “Lollo” dos cremes dentais. Que saudade!

Mais saudade ainda dos tubos metálicos. Daqueles que de tanto a gente torcer, chegavam a furar, e daí começava a vazar pasta de dente pelo furo. Pior: podia até mesmo cortar nosso dedo! Que coisa!
Claro que os tubos plásticos de hoje são melhores, mas alguns são tão moles que um apertão mais forte faz sair um jato de creme dental!

E o que dizer do sabor de Kolynos? Sim, era como se fosse um doce para mim. Tanto que, escondido dos meus pais, eu comia – literalmente – pequenas porções de pasta de dente! Sempre levava bronca quando era descoberto: “Você é louco, menino? Vai te dar uma dor de estômago terrível!”

Triste o dia que por conta de um possível monopólio, certas leis obrigaram a detentora da marca a extingui-la. Em seu lugar, surgiu o creme dental Sorriso. Nem de longe lembra o sabor de Kolynos, o creme dental de “gente dinâmica.”

Publicado em Mickey 99 – Janeiro de 1961 – Cr$ 15,00