Bola Rivelino Trol (1970)

bola rivelino trol

Propaganda de um tempo em que o Chaves, o Quico e as crianças nos terrenos baldios diziam: “Eu quero ser o Luís Pereira (ou o Rivelino)”.

Quanto será que a Trol pagou para o Rivelino por esse anúncio e o uso da imagem dele? Imagino que tenha sido valores próximos aos ganhos atualmente por Neymar, Lucas e companhia?

E será também que algum dia os jogadores voltarão a usar bigode? O último que me lembro foi o Valdir (Bigode). O futebol já não é mais o mesmo…

Publicado em Mickey – Fevereiro de 1970- NCr$0,80

Galak (1970)

galak

Podem me chamar de conservador, retrógrado, ultrapassado ou qualquer coisa do gênero, mas sinto falta da ingenuidade de uma propaganda como essa.

Ah… as crianças correndo ao lado de vaquinhas, a menina tapando os olhos do garoto, as expressões felizes em tempos pré-computadores… Epa… Peraí… será que virei um boco-moco?

Alguém chegou a conhecer o Galak com essa embalagem? Achei a embalagem uma brasa!!!

O anúncio é singelo e bonito, só que convenhamos… um galak com frutas cristalizadas deve ser ruim a beça!!! Daí não tem nostalgia que resista…hehehe

Publicado em Mickey número 208- Fevereiro de 1970- Preço da edição NCr$0,80

Q-refres-ko (1970)

Q-refres-ko (1970)

Brincar de bola na rua e chegar em casa todo suado, feliz da vida. Para matar a sede, a mamãe preparava este que era um divertido suquinho: “Q-refres-ko”.

Meu preferido era sempre o vermelho, sabor Groselha, e no envelope vinha bem destacado “Faz 10 Copos”.

Imagina a felicidade instantânea que era abrir um desses, e beber de uma vez, até ficar satisfeito.
Bons tempos…

Publicado em Zé Carioca nº 949 – 13/01/1970 – NCr$ 0,40

Toddy (1970)

Colocar propaganda de Toddy e Nescau no nosso rol é como tirar aquela figurinha de jogador do álbum da Copa do Mundo que todos os seus amigos tem pelo menos 10 repetidas de cada. Ninguém aguenta mais ver a cara do tal jogador. Certo? Errado!

Uma coisa não se pode negar. Os nossos achocolatados favoritos (falando do Toddy, que é o nosso destaque) com certeza já foi o achocolatado favorito do seu pai, da sua mãe, ou quem sabe dos seus avós.

Com certeza um dos produtos mais clássicos que ainda existem nas prateleiras e que pelo jeito permanecerá até que seus filhos possam apreciá-los também!

A única coisa que nunca fiz foi o que a propaganda pedia: Tomar gelado. Para isso eu comprava as edições “prontas”, líquidas.

E você? Prefere gelado, quente, ou tem um estilo próprio para preparar o seu?

Publicado em Mickey 209 – Março/1970 – NCr$ 0,80

Galak (1970)

Grandes clássicos Nestlé existem desde gerações passadas. Um exemplo é o caso do Galak.

Reparem na embalagem que existiu até os anos 80. Não no logotipo, pois a Nestlé se reestilizou, mas todos os chocolates eram embrulhados por um papel e por dentro um papel alumínio. Eu sempre colocava como desafio para mim mesmo tirar o papel alumínio amassando-o o menos possível. Sim, quando criança um chocolate não era só um doce, mas sim uma diversão em todos os aspectos.

Uma coisa lamentável que me faz ser saudosista ao extremo é o tamanho do chocolate. Embora nessa gravura não esteja especificado o peso em gramas, lembro que na década de 80 ele ainda era bem maior do que hoje. Aliás, todos os chocolates eram. Reparem a grossura desse chocolate da foto.

Graças à maquiagem de produtos, hoje o que vemos são embalagens toscas e com muita poluição visual, com pesos vergonhosos que não passam de 30g. E as informações nutricionais no verso fazem você se sentir um criminoso por comer chocolate. Ou você alia “bons hábitos de saúde” e “alimentação balanceada”  àquele tabletinho ou você vai virar um gordo pançudo. Dá a impressão que a empresa diminuiu o tamanho de seus produtos pensando em nosso bem-estar. Só uma coisa aumentou de tamanho: o preço. E esse independe do tamanho da embalagem.

Não é a toa que tudo o que postamos aqui evoca verdadeiras nostalgias em nossa mente. Tudo parecia melhor e mais bem-feito…

Publicado em Mickey 209 – Março/1970 – NCr$ 0,80

Ploc Tribo 70 (1970)

Ploc Tribo 70 (1970)

A década de 70 começava com tudo com o Chicle de Bola Ploc na boca da molecada.
Foi uma onda marcante essa de tatuar o braço com as figurinhas de chiclete dos times de futebol.
Eu tinha só 5 anos e meus irmãos mais velhos é que me marcavam com essas tatuagens e lembro que minha mãe fazia esfregar no tanque com a bucha para sair depois que elas começavam a borrar…
Bons tempos… esses em que a gente brincava na rua, e depois ficava tão cansado e com fome que chegava no quintal de casa, lavava os pés no tanque e entrava para tomar café da tarde com a mãe.
Nessa hq/propaganda tem esse indiozinho da Ploc que ficou muito conhecido na época. Sempre aparecia nas propagandas… lembrando o Havita da Disney.
Muita coisa legal para recordar dessa época, como as intermináveis brincadeiras de Forte-Apache da Gulliver onde gente passava longas tardes deitado no chão brincando com índios e soldados do velho-oeste.
Fala a verdade… deu saudades, não deu?

Publicado em  O Pato Donald nº 968 de 26/05/1970 Cr$ 0,40