Cadernos Melhoramentos (1983)

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Os clássicos cadernos de escola, de brochura. Naquela época era assim, a maioria dos cadernos eram folhas dobradas ao meio, com dois grampos para segurar, uma capa de papel ilustrada e um espaço para anotar o nome e a matéria.

Os cadernos de capa dura foram chegando aos poucos e eram muito chiques. Espiral também.

Eu adoraria esses cadernos do Sítio do Pica Pau Amarelo da Cadernos Melhoramentos, mas na minha escola as capas eram sempre de surf e natureza, uma decepção.

De qualquer maneira, tínhamos que encapar com plástico quadriculado para não amassar ou estragar. Essa era a tarefa do começo do ano que as crianças – e os pais – menos gostavam.

Publicado em Pato Donald, no. 1636, ano 1983, Cr$ 110

 

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Figurinhas do Snoopy (1983)

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Copa do Mundo sempre traz de volta a paixão pelos álbuns de figurinhas, coleções, trocas de repetidas, disputa pelos números faltantes…

Em 1983, a mania era colecionar as figurinhas do Snoopy.

O legal dessa propaganda é o registro da capa do álbum, mas também do visual do envelope das figurinhas – que na época eram de papel.

Publicado em Pato Donald, no. 1636, ano 1983, Cr$ 110

Coleção Moranguinho (1983)

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Propaganda que lançou a Coleção Moranguinho em 1983 pela Brinquedos Estrela no Brasil.

As bonequinhas que vinham com cheirinho de fruta. Eram quatro opções: Moranguinho. Uvinha, Limãozinho e Laranjinha.

Foi a sensação do ano e de muito tempo!

Publicado em Peninha número 15 – 1983 – Preço da Edição Cr$ 120

Toddy em formato diferenciado (1983)

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Esta é uma propaganda de formato diferenciado. Ao invés da clássica página inteira, o Toddy resolveu inovar em 1983 e fez sua comunicação ao público infantil usando as margens do gibi. Isso mesmo, as margens de respiro dos quadrinhos!

Lembro que na época até isso era uma diversão. Eu já reparava no canudo listradinho e achava o máximo que este acompanhava a altura da página.

Outros anunciantes usavam este recurso, principalmente a Faber Castell com propaganda de lápis preto ou lápis de cor. Mas isso fica para um próximo post!

Publicado em Peninha (Editora Abril), número 30, 1983, Cr$ 170.

Chocolate Puck (1983)

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Chocolate Puck (1983)

Texto do nosso leitor e colaborador Silvio Elizei:

Os mais antigos se lembrarão (com profunda saudade gustativa) de um tempo em que, salvo exceções como Dizioli, Danúbio e Chocolates Natal, os chocolates não tinham esse modernoso gosto de vela e textura quebradiça.

Se lembrarão também que existia um leque maior de opções: Tobler, Chocolate Mirabel, Prink, Sönksen, Evelyn, Saturno, Milktex e outras que ou sucumbiram ou foram vorazmente incorporadas. Éramos felizes e sabíamos.

Publicado em Cascão 25 – Ed. Abril – Julho/1983 – Cr$ 140

Icepop (1983)

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Icepop (1983)

 

Ice Pop é o sorvete mais… epa! Seu mente suja! Estamos num blog de família. E para seu governo, o “gozado” dos anos 80 nada mais era do que algo muito engraçado!

E o que tinha de engraçado nele (ou gozado)?  Bem, digamos que nessa época ainda não existiam, com a popularidade que existem hoje, os geladinhos… ou sacolés, chup-chups, não importa como chamem. Se você quisesse um sorvete, tinha que ir até a padaria. Comprar um “sorvete”, mesmo que hoje conheçamos como geladinho, para gelar em seu freezer ou congelador doméstico era algo incrível!

E acertou quem disse que o Ice Pop foi o pai do Icegurt, vendido hoje pelos “tios” na rua com o carrinho e uniforme azul e rosa com o sininho de bicicleta! É praticamente a mesma coisa. Mas talvez não com o mesmo charme.

E acreditem, o Ice Pop ainda é produzido, agora pela empresa BN Mascarenhas, com sede na Bahia! Com licença que eu estou indo logo ali comprar um pacote….

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Publicado em Mônica 155 – Ed. Abril – Março/1983 – Cr$ 200