Chicletes Big Big (1998)

Chicletes Big Big

Era quase um pedaço de pedra mastigável, mas também era a opção mais econômica. Na padaria perto de casa o Big Big custava acessíveis R$0,03!!! Uma pechincha frente aos R$0,05 do Ping Pong e aos R$0,10 do Bubbaloo.

Assim como as balas de cereja e eucalipto, o Big Big também tinha as suas figurinhas com mensagens (pelo menos nessa coleção Signos). Isso ainda existe ou ninguém mais dá atenção a uma mensagem de uma bala?

É curioso como é possível ter boas lembranças mesmo de algo que me causou tantas obturações e idas ao dentista…

Publicado em Cebolinha número 145- Novembro de 1998- Preço da edição R$2,00

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Caneta Borracha Paper Mate (1998)

Caneta Borracha Paper Mate

Da série “Grande invenções escolares da humanidade”.

Um dia algum maluco teve uma luz e pensou: “Por que não criar uma caneta borracha ao invés de vender um pedaço quadrado ou retângulo do mesmo?”

Com certeza esse gênio anônimo garantiu seu lugar no Hall da Fama dos inventores ao lado de Santos Dumont e do criador do Post-it.

Publicado em Zé Carioca número 2093- Janeiro de 1998- Preço da edição R$2,10

DinOvo (1998)

chicletes DinOvo

Chiclete em formado de ovo colorido de dinossauro? Nos dias atuais um produto desses talvez fosse até ridicularizado.

Era um dos meus preferidos. Infelizmente também foi um dos responsáveis por muitas idas ao dentista.

Um anúncio do tempo em que o Trident não dominava o mercado de chicletes.

Publicado em Chico Bento número 302- Agosto de 1998- Preço da edição R$1,40

Tele 900 da Mônica (1998)

Os serviços do “Tele 900” se tornaram famosos na década de 90. A maioria deles tinha como propósito o conteúdo erótico (com propagandas na TV ainda por cima), mas uma coisa era certa: O preço de todos eram absurdos. E quando eu digo absurdo, pode acreditar: ERA ABSURDO MESMO!

Claro que todos queriam tirar uma casquinha dos incautos consumidores, até mesmo o Mauricio de Sousa. Com historinhas gravadas, as crianças ouviam 2 ou 3 minutos de algo bobinho e gastavam horrores na conta, para desespero dos pais.

Eu usei o serviço quando ele fazia parte do “Disk 200”, no telefone 200-2021. Esse serviço tinha como custo uma ligação local. Mas logo foi migrado para o “Tele 900”, que daí virou “0900”. O dinheiro fala mais alto, claro!

Agora vem a parte interessante: Um gibi custava nessa época R$ 1,40. A ligação custava R$ 2,95 POR MINUTO! Uma historinha de 3 minutos custava R$ 8,85. Em 1998, acreditem, isso era muito dinheiro. A criança podia comprar 6 gibis!

Façam as contas: Se um gibi da Magali hoje custa R$ 3,50, fazendo a proporção, noves fora, etc, a ligação custaria hoje R$ 7,35 por minuto. Ouvir a mesma historinha de 3 minutos custaria em sua conta telefônica o absurdo de R$ 22,05.

E aí? Teria coragem?

Publicado em Magali 249 – Dez/1998 – R$ 1,40

Frutilly Bidupla Uva e Baunilha (1998)

Que Frutilly é um clássico ninguém nega.

E em suas inúmeras versões, acabei, por motivos desconhecidos, não experimentando a versão desse anúncio. Uma pena. Parecia uma delícia…

E você? Já conhecia essa versão? Conte pra nós o que achava!

Publicado em Chico Bento 303 – Ago/1998 – R$ 1,40

Tortuguita Gody (1998)

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Essa propaganda com certeza chocou muitas crianças na época! Até no comercial de TV muitos ficavam com dó da tartaruguinha que tinha a cabeça comida por sua companheira. “Hum, tem razão, nossas cabeças são mesmo de chocolate… estúpida!”

Eu só não entendi o motivo de estar “faltando um pedaço” da propaganda no rodapé da página (no formato de uma mordida) e o porquê de haver aquela minhoquinha prestes a ser pisada. Alguém poderia me explicar?

Publicado em Chico Bento 303 – Ago/98 – R$ 1,40