Neston, existem mil maneiras…

A clássica e mais famosa propaganda do Neston:
“Existem mil maneiras de preparar Neston, invente uma”

Este anúncio fez muito sucesso nos anos 80, realmente pegou. Passava na TV, no rádio e, claro, tinha uma versão para gibi. A página imitava um caderno de criança e vinha com algumas sugestões escritas a canetinha.

Você tomava Neston assim? Eu era da turma da Farinha Láctea!

Curiosidade: aqui no blog temos várias propagandas de Neston, clique para ver.

(sem nome e ano da publicação do gibi)

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Biscoitos São Luiz Nestlé (1988)

ZCDuas pérolas numa imagem só: Brinquedos LEGO dos anos 80, e os famosos biscoitos São Luiz Nestlé. Eu amava comer os biscoitos de Maizena mergulhando eles no leite com chocolate! Os pacotes dos recheados tinham 200g, e sim, havia bastante recheio.

Hoje em dia, não só diminuíram o tamanho dos pacotes (todas as marcas aderiram a essa maquiagem de produtos) como também afinaram a casca, e a quantidade de recheio ocupa metade do diâmetro da casca.

Depois nos perguntam porque somos tão saudosistas…

Publicado em Zé Carioca 1834 – Julho de 1988 – Cz$ 80,00

Ovomaltine (1971)

ovomaltine-propaganda-1971

O curioso deste anúncio é relembrar o sabor original de Ovomaltine, Malte, que não existe mais. Foi relançado em edição limitada em 2016, com o nome sabor malte tipo suíço, mas é difícil de se encontrar em supermercados.

Texto do anúncio:
Ovolmaltine, o jeito mais gostoso de ficar vivo
Pela manhã, no lanche da tarde, antes de dormir, a qualquer hora peça Ovomaltine para a mamãe. Ovomaltine tem tudo que a gente precisa para ficar mais vivo: chocolate, açúcar, ovos, leite, malte, vitaminas – tudo. E Ovomaltine é gostosíssimo em seus dois novos sabores: Malte e Chocolate.

Publicado em Tio Patinhas número 73 – 1971

Achocolatado Brown Cow (1985)

browncow
Achocolatado Brown Cow

A eterna guerra dos achocolatados nem sempre teve Nescau & Toddy como protagonistas. Alguns guerreiros valentes também fizeram por merecer a sua posição de destaque nesse embate.

O achocolatado Brown Cow era líquido, e não em pó. Dissolvia relativamente fácil no leite, tinha um sabor encorpado e consistente, e era bem docinho. Eu experimentei na época e gostei!

E para os saudosistas de plantão, o produto voltou a ser vendido. É possível encontrar até hoje nas prateleiras de mercados da rede Extra e Pão de Açúcar. Eles tem até página no Facebook. Faz um tempinho que não é atualizada, mas vale o registro: Brown Cow no Facebook

Publicado em Almanaque Disney 164 – Janeiro/1985 – Cr$ 1800,00

Chapinhas Kibon da Aviação (1962)

Chapinhas da Aviação Kibon
Chapinhas da Aviação Kibon

Na charmosa década de 60, que eu não vivi mas gostaria de ter conhecido, já haviam as coleções que movimentavam o universo infanto-juvenil.

Essa prática se seguiu até os anos 90, seja com as coleções de cartões temáticos do chocolate Surpresa, ou com os famosos Tazos.

Não há dúvidas que um palito premiado no sorvete gera sensações tão boas quanto o próprio sorvete.

Bendita época a das coleções!

Publicado em Mickey 121 – Novembro de 1962
Cr$ 35,00

Nescau (1973)

Nescau

Havia um tempo onde as coisas eram mais simples (e, consequentemente os brindes também).

Havia um tempo em que alguns produtos tinham mais sabor (e, consequentemente a vida também). Assim era o Brasil no início dos anos 70.

Publicado em Almanaque Disney nº 26- Julho de 1973 – Cr$ 2,50
Texto e imagem fornecidos pelo amigo Silvio Elizei.

Danoninho (1979)

danoninho Confesso que essa propaganda me deixou com vergonha alheia. Mas antes, a parte boa: Reparem que haviam disponíveis no mínimo 5 sabores de Danoninho: Morango, Abacaxi, Pera, Banana, Ameixa e “reticências” (dando a entender que ocasionalmente lançavam-se sabores novos).

Outra coisa que me dá saudade é a fórmula antiga do Danoninho. Não sei o porquê, mas toda vez que eu vejo escrito nos rótulos “nova fórmula” sinto que estão matando uma parte da minha infância. Não me recordo de NENHUMA ocasião onde eu tenha degustado um produto com “nova fórmula” e ter dito em seguida: “Uau, agora sim atingiram a perfeição.” Com o Danoninho não foi diferente.

Terceira curiosidade: Reparem a tabela nutricional. Me traz à mente o antigo jingle do comercial de televisão: “Lipídios, glicídeos, protídeos, cálcio, ferro, fósforo e Vitamina A. Me dá mais saúde, mais inteligência, me dá Danoninho, Danoninho já. Me dá.”  (http://youtu.be/8aQtO58JP_M)  Enquanto crianças, não sabíamos o que era nenhuma dessas coisas, mas já tínhamos a certeza que eram necessárias para ficar fortes e inteligentes. Campanha genial!

Agora… a parte da vergonha alheia. O incentivo das propagandas eram sempre para reaproveitar as embalagens de Danoninho. Existem algumas com instruções para se montar um foguete, uma caravela…. mas essa máscara de carnaval aqui está assustadora! Gente,  olhem a figura do canto inferior direito… É feio demais. Hehehe

Ah, outra observação: Com certeza a turma do politicamente correto também baniria, nos nossos dias, o incentivo para que a criança usasse tesoura com ponta e alfinete. Acho que até eu furaria meu dedo ao tentar fazer isso.

E então,  o que acham? Teriam coragem de usar “a fantasia mais gozada que a turma já viu?”

Publicado em Cebolinha n. 73 (Editora Abril), fevereiro de 1979 – Cr$ 9,00