Galak (1967)

Galak

Sei que tenho um gravíssimo defeito: para mim todas as guloseimas do passado eram muito mais gostosas que as dos dias atuais. Minha memória infantil sempre me trai nestes momentos.

Adorava comprar um Galak na minha distância infância. Parecia um copo de leite em barra, sei lá… era muito gostoso. Agora não sei se mudou a fórmula, ou temos tantas opções que o Galak é bem do comum, ou não era mesmo tão bom.

Enfim… ninguém iria mesmo protestar nas ruas pela volta dos anos 1980. Resta lamentar!

Publicado em Tio Patinhas número 27- Outubro de 1967- NCr$0,60

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Galak (1967)

Galak

Era uma vez uma época em que existia um tal Galak com frutas cristalizadas e feito com o puro leite Nestlé.

O Galak tradicional está aí até hoje nas prateleiras dos supermercados, mas convenhamos que sem tanta glória como nos dias de outrora. O Galak com frutas cristalizadas, provavelmente, nunca emplacou e entrou em extinção há muito, muito tempo.

Alguém chegou a experimentar essa iguaria digamos… exótica?

Publicado em Tio Patinhas número 27 – Outubro 1967- Preço da edição NCr$0,60

Galak (1982)

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Galak – O chocolate branco mais famoso do Brasil!!!

Estou publicando essa propaganda apenas pelo seu valor histórico.
Eu e o Galak nunca tivemos um relacionamento muito bom!
Por favor, não me peçam mais detalhes!

Ironias da vida = Em muitos países do mundo o Galak é conhecido (PASMEM!) como Milkybar (Tecla SAP ON – Barra leitosa – Tecla SAP OFF). E nosso querido Brasil, quem tinha esse nome era o… era o… ?!?!?!

Publicado em Homem Aranha 42 – Cr$ 98,00 – Jun/82

Galak em três versões (1974)

Três sabores do Galak (1974)
Três sabores do Galak (1974)

Putz! Nunca soube que um dia o Galak teve “irmãos”. Flocos devia combinar! Mas frutas parece um pouco exótico. Será que eram cristalizadas? Admiro a coragem da escolha dessas frutas. Hoje em dia, com tanta tecnologia e variedade, quem se arrisca? Laranja até já vi, mas limão e mamão nunca!

Publicado em Zé Carioca número 1169 – abril de 1974 – Preço da edição Cr$ 1,00

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Texto:

Galak. Três vezes gostoso.

Quem gosta de Galak leite, abra a boca e feche os olhos. Agora existem mais duas novas gostosuras: Galak com flocos e Galak com frutas, todos feitos com o leite Nestlé. Vai ser difícil você dizer qual dos três é o mais gostoso.

Qualidade Nestlé

Galak (1970)

galak

Podem me chamar de conservador, retrógrado, ultrapassado ou qualquer coisa do gênero, mas sinto falta da ingenuidade de uma propaganda como essa.

Ah… as crianças correndo ao lado de vaquinhas, a menina tapando os olhos do garoto, as expressões felizes em tempos pré-computadores… Epa… Peraí… será que virei um boco-moco?

Alguém chegou a conhecer o Galak com essa embalagem? Achei a embalagem uma brasa!!!

O anúncio é singelo e bonito, só que convenhamos… um galak com frutas cristalizadas deve ser ruim a beça!!! Daí não tem nostalgia que resista…hehehe

Publicado em Mickey número 208- Fevereiro de 1970- Preço da edição NCr$0,80

Galak (1968)

Galak frutas cristalizadas

A propaganda traz a embalagem antiga do Galak que poucas pessoas devem conhecer. Um adorável retrô que ainda habita as prateleiras dos supermercados.

Alguém sabia que no passado havia Galak com frutas cristalizadas? Essas pragas (ou delícias, de acordo com o ponto de vista) não invadiram apenas os panetones.

Mas talvez fosse gostoso. A garota do anúncio parece ter aprovado.

Publicada em Nick Holmes n° 46 1968

*Contribuição do nosso amigo Marco Antônio Silva

Galak (1970)

Grandes clássicos Nestlé existem desde gerações passadas. Um exemplo é o caso do Galak.

Reparem na embalagem que existiu até os anos 80. Não no logotipo, pois a Nestlé se reestilizou, mas todos os chocolates eram embrulhados por um papel e por dentro um papel alumínio. Eu sempre colocava como desafio para mim mesmo tirar o papel alumínio amassando-o o menos possível. Sim, quando criança um chocolate não era só um doce, mas sim uma diversão em todos os aspectos.

Uma coisa lamentável que me faz ser saudosista ao extremo é o tamanho do chocolate. Embora nessa gravura não esteja especificado o peso em gramas, lembro que na década de 80 ele ainda era bem maior do que hoje. Aliás, todos os chocolates eram. Reparem a grossura desse chocolate da foto.

Graças à maquiagem de produtos, hoje o que vemos são embalagens toscas e com muita poluição visual, com pesos vergonhosos que não passam de 30g. E as informações nutricionais no verso fazem você se sentir um criminoso por comer chocolate. Ou você alia “bons hábitos de saúde” e “alimentação balanceada”  àquele tabletinho ou você vai virar um gordo pançudo. Dá a impressão que a empresa diminuiu o tamanho de seus produtos pensando em nosso bem-estar. Só uma coisa aumentou de tamanho: o preço. E esse independe do tamanho da embalagem.

Não é a toa que tudo o que postamos aqui evoca verdadeiras nostalgias em nossa mente. Tudo parecia melhor e mais bem-feito…

Publicado em Mickey 209 – Março/1970 – NCr$ 0,80