Cola Cascolar (1977)

cola-cascolar-bico-legal-1977

Esta propaganda usou talvez pela primeira vez o trocadilho de cola para colar e colar na prova. Muito bem, ok para 1977, ótimo. Agora os publicitários façam o favor de não repetir mais porque ficou ultrapassado.

Cascolar era um luxo de modernidade feita pela indústria química Alba. Imaginem que a fábrica ficava na rua Verbo Divino, hoje uma região empresarial na zona sul de São Paulo.

O produto era lavável, saia com água e sabão, secava rápido de forma resistente e… tcharan… tinha um bico legal sistema abre e fecha!

Publicado em Pernalonga número 21 – 1977 – Preço da Edição Cr$ 8,00

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Lancheira e Estojo Atma (1966)

Atma

A inocência de uma época onde se levava para a escola a “garrafinha de leite tampada com rolha”, bem como “compasso e transferidor” na lista de materiais.

Algumas coisas curiosas sobre a propaganda:

  • O destaque para o “plástico inquebrável” dos produtos;
  • A inclusão de um mapa-mundi no estojo para ajudar as crianças;
  • O fato de o produto ser desenhado e não existir uma foto real dele. Em 1966, usar uma foto em um anúncio devia ser um trabalho muito caro. Lembrem-se de que não existia computadores pessoais e programas de edição de imagem, o que certamente encarecia muito o serviço. Um desenho deveria ser mais fácil de publicar.

Sentiu-se velho? Já parou para pensar que para um adulto nos anos 80, essa já poderia ser uma propaganda nostálgica? É, meus amigos… esse anúncio tem nada mais nada menos do que mais de meio século de existência.

É o Blog Propagandas de Gibi trazendo de volta o passado para vocês!

Publicado em Pato Donald 766 – 12/julho/1966 – Cr$ 150

Agenda Hanna Barbera (1979)

Quem consegue dizer o nome de todos os personagens que aparecem nesta agenda? Dou três nomes de lambuja: Manda-chuva, Formiga atômica e Batatinha. Vai lá e mostre sua idade nos comentários 🙂

Publicado em Almanaque do Riquinho número 3 – 1979 – Cr$ 18,00

Sylvapen 100mm (1971)

Sylvapen

Muitos desenhos foram coloridos ou desenhados graças às canetas Sylvapen 100mm. Para muitas crianças dos anos 1970 e 1980 as pequenas Sylvapen foram as primeiras canetinhas.

Acharam humildes os prêmios mostrados na propaganda? Poxa, dê um desconto… a propaganda é de 1971!

Publicado em Tio Patinhas número 77- Dezembro de 1971- Preço da edição Cr$1,50

Cola Tudo Duco (1961)

cola duco dupont

Alguém chegou a usar a Cola Tudo Duco? Não me lembro dessa cola, acho que sou do tempo da Cascolar, Tenaz e Pritt.

E reparem nessa fonte estilo “Coca Cola” copiada descaradamente no produto? Tá certo que era 1961, mas… shame on you, Du Pont!!! hehehe…

Publicado em O Pato Donald apresenta Zé Carioca- Junho de 1961- Preço da edição Cr$15,00

Labra (1987)

linha escolar Labra

Nem só de Faber Castell eram feitas as aulas de desenho!

Não sei se por conta da propaganda (aquela lá do “Numa folha qualquer…) ou por falta de biotônico mesmo, eu tinha praticamente apagado a Labra das minhas memórias!
Essa é a parte mais gostosa de fazer parte desse projeto e de ter uma pilha de gibis antigos. Me senti um verdadeiro arqueólogo encontrando essa propaganda aqui!
A Labra – Indústria Brasileira de Lápis – é uma empresa 100% brasileira e (como diz no seu site) coadjuvante no processo educacional milhões de brasileiros (gostei muito dessa parte)!
Como um analista amador do desempenho de vendas de lapís de cor, creio que com essa linha de produto da Turma da Mônica, a Labra deve ter deixado a disputa nas papelarias mais interessante.

P.S = Alguém sabe que fim levou a Aninha (representante da cor laranja da caixinha de lápis de cor)?

Publicado em Cebolinha 3 – Cz$ 11,00 – Mar/87

Caneta Borracha Paper Mate (1998)

Caneta Borracha Paper Mate

Da série “Grande invenções escolares da humanidade”.

Um dia algum maluco teve uma luz e pensou: “Por que não criar uma caneta borracha ao invés de vender um pedaço quadrado ou retângulo do mesmo?”

Com certeza esse gênio anônimo garantiu seu lugar no Hall da Fama dos inventores ao lado de Santos Dumont e do criador do Post-it.

Publicado em Zé Carioca número 2093- Janeiro de 1998- Preço da edição R$2,10