Vitrolinha Philips 133 (1978)

vitrola-portatil-philips-1978

O que dizer desta vitrolinha portátil laranja da Philips que era o sonho de todas as crianças? Conhecido oficialmente como eletrofone GF 133, foi a sensação dos anos 70 e 80.

Ele funcionava na tomada e com pilha, provavelmente umas 4 ou 6 daquelas gigantes!

A propaganda diz…. “fale pro seu velho que já está na hora de ter um som todinho para você!”

Comigo não funcionou. Em casa, a vitrola era compartilhada pela família rs

Publicado em Gastão número especial – 1978 – Preço da Edição Cr$ 7,00

Anúncios

Cante a sua Monark (1981)

Monark-02

A rivalidade Monark x Caloi é tão clássica quanto Nescau x Toddy, Corinthians X Palmeiras, entre outras.

Nessa propaganda, foi apresentado uma bandinha, que sinceramente, não tenho a menor recordação (mesmo porque 1981 foi o ano em que eu nasci).

Curioso é o nome de um dos integrantes da banda: Bigulim! Que feio, hein? hehehe Qual dos animais seria ele?

Outra curiosidade: No final a propaganda diz: Monark – A bicicleta que ninguém esquece. Mensagem clara e direta para a Caloi e os seus bilhetinhos que vinham impressos nos gibis com os dizeres “Não esqueça a minha Caloi.” Sensacional!

Eu não tinha nada contra a Caloi, que fique bem claro. Mas em termos de marketing, fui convencido pela Monark. Não pelo Bigulim, mas porque uma das propagandas na TV dizia “se você quer uma bicicleta, vai lá pro seu pai e pede! Ou você é da geração que fica mandando bilhetinhos?” Caramba… essa doeu!

Publicado em Pateta Faz História n. 3 (Leonardo da Vinci) – Dezembro/1981 – Cr$ 120,00

Gibi do Leandro e Leonardo (1991)

leandro_leonardo2

1991, o ano em que as duplas sertanejas despontaram. Na era pré-internet, você podia comprar o LP ou K7 do seu artista favorito, mas também podia ficar esperando a música tocar nas rádios. Daí, corre e aperta o REC para gravar. Ah, e se você quisesse a letra da música? Ou você torcia para alguma revista (estilo Capricho) trazer a letra, ou então…. boa sorte ouvindo frase a frase e escrevendo no caderno.

Nessa época, tudo o que era moda na TV virava gibi. Foi assim que tivemos gibis do Leandro e Leonardo, Chaves e Chapolim (com M no final), gibi do Faustão, da Xuxa, do Sérgio Mallandro, entre outros.

Eu tenho algumas dessas edições em casa. Não porque eu especificamente gostava deles, mas eu comprei em anos recentes nos sebos, pelo valor histórico. Aifnal, o espírito dos anos 90 estão retratados nessas edições.

E confesso que eu achava muito mais legal ver as crianças indo às bancas comprar gibis dos personagens que viam na TV do que vê-las com um celular na mão fazendo sabe Deus o quê.

Publicado em Magali n. 163 (Editora Globo, de Novembro/1991 – Cr$ 450,00

TV Colosso – Disco da Priscila (1995)

TV Colosso - Disco da Priscila

Em épocas onde a TV Colosso dominava a programação das manhãs, não tinha como não explorarem o sucesso da Priscila, a “comandanta” do programa.

Eu, particularmente, sempre fui adepto à programação infantil do SBT, então não acompanhei de perto a trajetória dos personagens caninos na TV. E em disco, muito menos. Disco…. É, amigos: Nessa época o LP ainda era sensação. Você o tocava em sua vitrola, desde que a agulha do braço dela não estivesse com poeira. Lembra? Apesar de existir o “compact disc”, um CD player era artigo de luxo em 1995.

A TV Colosso deixou de existir em 1997. O programa foi substituído pelo Angel Mix, da Angélica, obviamente. Sei não…. Acham que foi uma boa troca? A TV Colosso deixou saudade em muitos até hoje.

Publicado em Magali 156 – Jun/1995 – R$ 1,00