Quik (1997)

“Você tem algum arrependimento na vida?”

“Claro!”

“Qual?”

“Não ter conhecido esse chocolate abaixo!”

Pois é, amigos… Quik, que fazia do leite uma alegria, teve uma versão estilo “Chocolate Kinder” lançada nos anos 90. Pela foto parecia uma gostosura. Mas nunca vi nem sequer uma amostra nas prateleiras.

Uma pena. Alguém teve a chance de experimentar?

Publicado em Zé Carioca Edição Extra 4 – Novembro de 1997 – R$ 1,60

propaganda quik

Quik (1996)

Cascao 252- R$1,30 set 96

Na eterna disputa entre os gigantes Nescau e Toddy, o coelhinho do Quik sempre ficou lá no canto sem grandes defensores ou amantes da marca.

Nunca fui fã do Quik (que hoje é Nesquik), achava o produto sem um diferencial e até o mascote sem sal. Ele é até simpático e bem desenhado, mas nunca foi um sucesso de audiência.

Talvez o maior diferencial da marca seja o sabor Morango. É o único da categoria que conheço no sabor “amorangado”. Confesso que não me lembro do gosto de um copo de leite com Quik de morango. Alguém gostava?

Publicado em Chico Bento número 252- Setembro de 1996- Preço da edição R$1,30

Chocolate Quik (1996)

Chocolate Quik

Da série: produtos que quase ninguém lembra.

Em 1996, o coelho mascote do Quik fez hora extra na Nestlé para promover seu tradicional achocolatado em pó e um chocolate com recheio de leite.

Teoricamente seria um forte concorrente para as barrinhas da Kinder . Na prática, o produto foi um fracasso que durou pouco tempo nas prateleiras.

E no texto da propaganda ainda tem mais um “Peça pra mamãe”. Que publicitários malditos! Era “compre batom” de um lado, “não esqueça minha Caloi” do outro, “avise seu papai” acolá… Assim não tem orçamento familiar que resista a tanto apelo!

Infelizmente, o coelhinho meio azarado do Quik voltou para seu produto original. Sempre meio escondido, à margem da disputa histórica entre Nescau e Toddy, mas sempre se esforçando para fazer do leite uma alegria.

Publicado em Magali número 183- Junho 1996-Preço da  edição R$1,00

Quik (1996)

Quik

Para mim Quik sempre foi um produto que ficou meio marginalizado na disputa dos achocolatados. As pessoas geralmente são Toddy ou Nescau. O pobrezinho do Quik parece que sempre fica meio que escondido em uma prateleira inferior do supermercado.

O coelhinho mascote do produto é simpático, mas meio insosso. Curioso é que ele sempre aparece nas propagandas, só que não podemos dizer que ele desparta paixões.

Na minha opinião o que o produto tem de melhor é o slogan: “Faz do leite uma alegria”.  Acho bem bolado, embora confesse que nunca fiz questão de fazer uma alegria meu leite com Quik.

Outro diferencial do produto é o pó sabor morango. Talvez seja o único do mercado com esse sabor. Tem gente que gosta, tem gente que odeia… (uma dúvida: utilizamos o termo achocolatos para designar o pó sabor chocolate, mas como chamar o pó sabor morango? “Amorangado”? hehehe)

Hoje em dia Quik não existe mais, virou Nesquik. Mas ele ainda segue lá, tímido, sem muito destaque, meio decadente, meio invisível, mas ainda assim gerando alguns reais de receita para a Nestlé.

Publicado em Cascão número 246- Junho de 1996- Preço da edição R$1,00